25º dia – 13 de dezembro
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Hermílson me pega cedinho na pousada e vamos a Dianópolis, a cidade vizinha, para abastecer. De lá seguimos por uma estrada que fica no alto da Serra Geral, na divisa entre Bahia e Tocantins. Depois da andar um pouco chegamos nas Gargantas, formações rochosas de paredões areníticos e espigões de pedra formando esculturas. Almoçamos na estrada o tradicional arroz, feijão, macarrão e ovo frito e seguimos viagem. Seguindo viagem passamos por lavouras de soja , milho e algodão, cultivadas por migrantes de outros estados, na sua maioria gaúchos. Depois de muitos quilômetros chegamos na Pedra da Baliza, uma pedra em forma de taça no meio da planura do cerrado, que tem esse nome porque foi historicamente usada como divisa entre Bahia, Tocantins, Maranhão e Piauí (na verdade os dois últimos ficam um pouco mais ao norte). Desço pra fotografar a pedra com um céu de nuvens de chuva. Peço para o Hermílson sair do enquadramento e quando ele contorna a pedra grita assustado. Era uma cascavel enrolada no chão, pronta para dar um bote. Faço algumas fotos com o flash fora da câmera e o dia termina. Vamos até Mateiros onde pernoitamos na sede do Parque Estadual do Jalapão.












